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  Minha mãe e Brigitte Bardot Mara Paulina Wolff de Arruda   As   atrizes Jane Fonda, Brigitte Bardot, Sophia Loren, Catherine Deneuve   marcaram os anos de 1960 a 1980, um tempo transitório entre a submissão e a libertação da mulher. Um tempo que a ideia de celebridade se iniciava  através do cinema e da TV   influenciando mulheres   mundo afora. Elas rasgaram certidões de casamento, viveram questões sexuais, políticas e comportamentais, interromperam as vidas vividas exclusivamente ao marido e outras regras patriarcais. Lembro-me do dia que a TV chegou á nossa casa. Minha mãe pôs sobre o aparelho uma toalhinha de crochê. Esse objeto que trazia o mundo para dentro da nossa casa, no interior de Santa Catarina,  um luxo naquele tempo. Ver telenovelas, assistir programas de entretenimento e a transmissão da viagem do homem á lua foi, de fato, um divisor na vida de todos. Talvez, por causa...
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  Urda Alice Klueger (Mara Paulina Wolff de Arruda)   Segundo Roland Barthes,1979,   “ A Literatura assume muitos saberes” Ele exemplifica com o romance escrito por Daniel Defoe, Robinson Crusoé,   dizendo que, na literatura há saberes histórico, geográfico, social, colonial, técnico, botânico, antropológico. Para Barthes, Defoe passa da natureza à cultura.     “ Se, por não sei que excesso de socialismo ou de barbárie, todas as nossas disciplinas devessem ser expulsas do ensino, exceto numa, é a disciplina literária que devia ser salva, pois todas as ciências estão presentes no monumento literário.” A   escritora Urda Alice Klueger, nascida em 1952,   Blumenau, SC, no dia 29 de novembro deste ano de 2025 fez o lançamento de seu novo livro ‘ No Tempo do Teles. Os movimentos Sociais e o Cosmo’   coletânea de crônicas publicadas em diferentes jornais. A escritora, historiadora e geógrafa Urda Alice Klueger trata nos seus livros d...
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  FRED (Mara Paulina Wolff de Arruda)   (a prova) “Os polvos são moluscos marinhos da classe Cephalopoda, da ordem Octopoda, possuindo oito braços fortes e com ventosas dispostos a volta da boca. Tem corpo mole, sem esqueleto interno, nem externo.” Essa informação da Wikipédia me lembrou de uma experiência instigante que tive com um polvo no  verão, anos idos de 1990. Sempre gostei de mergulhar.  Fiz deste esporte um alivio para os meus stress de fim de ano. Visto minha roupa, coloco os pés de borracha e saio feito um pato, contente em adentrar num mundo misterioso. Mergulho e fico por horas a fio observando a imensidão marítima: peixes, estrelas, algas, corais, esponjas, anêmonas, a fauna e a flora  do oceano. Num desses mergulhos inventei de ir mais fundo nas águas; observei que um polvo se destacava pelo seu tamanho e cor. Deveria ter mais ou menos uns seis...